23.2.11

Para falar de amor


È assim mesmo... È assim mesmo!
Parece o som da tua voz dizendo... Fim!
O que dói é que dessa vez não teve tchau, nem até logo...
Tento em vão desvencilhar-me do sorriso cativo e do beijo de mel... Tento acreditar que foi verdade, as palavras ditas ao cair da tarde... Na madrugada... No amanhecer... Não, Não, Não... Isso são apenas lembranças, delírios, paixões...
E o quem éramos , além disso?
Estou delirantemente acima de mim... Não sou eu, não sou você... Não somos nós...
Para falar de amor, para viver de amor... Prefiro acreditar que ele não exista...
E sigo tão dona do teu destino quanto do meu... Quem faz o destino?Quem faz o meu e quem faz o teu?
Haaan... È só que esqueceram cruzá-los.

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