26.3.12



Se os sonhos de alguma forma,transforma as dores em melodia... Eu me entrego novamente a Tempo e deixo que ele toque.

Apressado para as dores

Cadenciado para os passos

Com força para a fé. 

20.3.12






O fato é que não consigo fazer piada com os meus sentimentos... E mesmo que depois de um tempo eu tenha aprendido que as lágrimas não mudam as coisas, eu continuo chorando... Porque eu tenho um coração sabe?! E eu carrego pessoas inteiras dentro dele... Eu as carrego no colo... sob os ombros... E as vezes as puxo pela orelha.
E se de alguma forma elas vão desistindo de está por perto, imediatamente eu procuro o erro... O meu erro! E se não tem mesmo jeito, eu as deixo ir... E choro na despedida!
Mas, e se ela resolvem voltar... Eu esqueço tudo... Preparo um canto no coração e as acomodo quentinha.

Eu só quero falar que se for dor, que seja breve!
Se for amor, que seja doce!
Se for carga, que seja leve!

Tempo





Nessa noite banhada pela escuridão do tempo, me vejo jogada diante dessa história.
Repasso o filme dos nossos passos e sorrisos... Os entregues e os forçados, e sabe, eu tenho medo!
E eu tenho silêncios abertos como crateras... Algumas visões, outros sonhos... E mais medo!
Estou um pouco cansada... Tempo tem cadenciado meus passos e eu,tenho respondido com silêncios... E paciência e receio e arrependimentos.
Dizem que sou forte... Eu ando cansada de se-lo
Dizem que enxergo além... Eu ando cansada de ver.
E o que me mantém em pé... É fé...

No futuro!

14.3.12




Esse seu sorriso...
 Sua boca.
Esse seu corpo,sob o meu.
Esse seu beijo...
 Seu coração.
Seu coração quente...
Sua alma confusa
O teu medo...
as tuas aguas, em meus ventos e raios!
Esse traçado...

Caminhos cruzados,


a nossa vida... Essa paixão.


Carrego dentro do peito uma ventania tão grande
Tempestades esvoaçantes de uma alma desencontrada...
Eu,que nunca tive medo da vida,ando um tanto quanto escondida.