5.11.10

Sem você

Sem você sou pá furada...Sou água parada...Sem devaneio ou estrada.

Sou um rio que corre ao contrário...Não vivo...Nem sigo.
Sem você nem sou eu,nem sei o que sinto.

A solidão que segue...Me segue,me consome e some dentro do meu ser.
Ja não sinto tua presença...Já nem sei,quem sou!

Você

Era começo da noite quando sentir se aproximar, a passos firmes e riso alto um ser espetacular...
O riso encantador...Os lábios á chamar.
Olhavámos um para o outro,como que esperando uma reação...Não reagir...Porém a sua reação surpreendeu-me.
O beijo... Você...Seu sorriso.
bum....

Acabou...
Era sonho?? delirio??

Não...Não,era você,que assim como chegou sorateiro e feliz...Saiu,disse tchau e até logo...Mas pareceu-me adeus!

2.11.10

Hoje escrevo sobre a dor alheia...Por não saber saber identificar e qual parte do meu corpo doí mais.
O espírito do poeta é irresumível...Porém o papel em branco e o lápis,ás vezes o limita.